Novas descobertas na doença de Alzheimer

  Um estudo realizado por investigadores do Centro de Doenças de Alzheimer da Universidade da Califórnia, Davis, descobriu que uma proteína segregada com insulina se move através da corrente sanguínea e acumula-se no cérebro de pessoas com diabetes tipo 2 e demência da mesma forma que as placas amilóides beta associadas à doença de Alzheimer.  O estudo identificou depósitos desta proteína, conhecida como precipitina pancreática, pela primeira vez no cérebro de pacientes com doença de Alzheimer, e também encontrou depósitos combinados de precipitina pancreática e placas beta amilóides, sugerindo que a precipitina pancreática é uma segunda proteína amilóide e um novo biomarcador para demência relacionada com a idade e doença de Alzheimer.