A vertebroplastia percutânea minimamente invasiva é utilizada principalmente no tratamento de fracturas de compressão vertebral osteoporóticas e tumores ósseos para: ① restaurar ou preservar a função neurológica adequada; ② aliviar a dor; ③ assegurar a estabilidade imediata ou permanente da coluna vertebral. Vertebroplastia percutânea (PVP) A cifoplastia percutânea (PKP) é utilizada principalmente para a dor e a fratura por compressão vertebral causadas por tumores metastáticos vertebrais, mieloma, linfoma, hemangioma, etc. O cimento ósseo artificial é injetado no corpo vertebral através do pedículo ou diretamente no corpo vertebral para aumentar a força e a estabilidade do corpo vertebral e aliviar a dor lombar. Pensa-se que o alívio da dor pode ser conseguido devido ao efeito de suporte mecânico do cimento ósseo que reduz a tensão de compressão no corpo vertebral, aos efeitos químicos e térmicos do cimento ósseo que podem necrosar o tecido tumoral ou destruir as terminações nervosas no corpo vertebral e nos tecidos circundantes. Nos últimos anos, utilizámos a vertebroplastia percutânea minimamente invasiva para tratar um grande número de doentes com fracturas de compressão vertebral e tumores metastáticos vertebrais, especialmente aqueles com tumores metastáticos vertebrais multissegmentares que não podem ser removidos cirurgicamente sem comprometimento neurológico. Após 2-3 anos de estudos de investigação de acompanhamento, tem efeitos terapêuticos óbvios no aumento da força e estabilidade do corpo vertebral e no alívio rápido da dor lombar, melhorando consideravelmente a taxa de sobrevivência e a qualidade de vida dos doentes. Entretanto, devido à operação minimamente invasiva, o tempo de operação é curto, a hemorragia é mínima e a segurança é elevada, podendo ser operada mesmo em doentes idosos.