O feocromocitoma é um tumor de tecido endocrómico na medula glandular e nervos simpáticos e parassimpáticos do rim humano. O tumor segrega grandes quantidades de epinefrina e norepinefrina, o que por sua vez pode causar aumento da pressão arterial ou perturbações metabólicas paroxísticas persistentes em vários tecidos e órgãos. A maioria dos pacientes pode ser curada através de detecção e tratamento precoces. No entanto, a doença avançada é mais agressiva, em rápida mutação e mais difícil de tratar. Os feocromocitomas malignos, em particular, são mais difíceis de tratar. Nos últimos anos, devido a uma maior consciência da doença e aos avanços nas técnicas de diagnóstico, verificou-se um aumento gradual do número de casos clínicos detectados numa fase precoce, com uma incidência ligeiramente maior nos homens do que nas mulheres, e mais comummente observada entre os 2-5 anos de idade. Por conseguinte, é importante que o feocromocitoma seja tratado no hospital e o tratamento precoce pode conduzir a melhores resultados.