
A partir de uma terapia de combinação padrão, 5-15% das pacientes experimentam uma recidiva local nos 10 anos seguintes à cirurgia de conservação dos seios. Como são tratadas as recidivas?
- > forte>Re-conservação: Não existe consenso ou normalização internacional sobre a possibilidade de re-conservar o peito após a recidiva. Se o desejo da paciente de conservação dos seios for muito forte e o tumor for solitário e pequeno, a conservação secundária dos seios é teoricamente viável. No entanto, para além da cirurgia, deve procurar-se aconselhamento de um radioterapeuta sobre o método de radioterapia, e nos hospitais onde tal seja possível, a radioterapia intra-operatória ou local pode ser uma abordagem mais apropriada.
- >forte> Mastectomia total suplementar: A maioria dos médicos realizará uma mastectomia total suplementar para uma recidiva na mama após cirurgia de conservação dos seios. A necessidade de radioterapia dependerá da extensão da recidiva do tumor.
- >forte> Cirurgia e/ou radioterapia após tratamento sistémico: Se a recorrência for extensa ou envolver a pele, ou mesmo se apresentar como um cancro de mama inflamatório, o tratamento sistémico é geralmente dado antes de se considerar a cirurgia local e/ou radioterapia. Após mastectomia curativa, o cirurgião não considera normalmente a radioterapia da parede torácica, mas se houver metástases nos gânglios linfáticos axilares e nenhuma irradiação prévia dos gânglios linfáticos regionais, é normalmente necessária a irradiação suplementar dos gânglios linfáticos supra/inferiores da clavícula.