Quais são as necessidades dietéticas das pessoas com síndrome mielodisplásica?

  O termo médico chinês para síndrome mielodisplásica é “estirpe mielotóxica”. A patogénese global do trabalho mielodisplásico reside na deficiência de qi positivo, que é agravada pela presença de toxinas maléficas, que estão embutidas na essência, sangue, osso e medula, bloqueando a bioquímica do qi e do sangue, causando estase devido às toxinas, que interferem umas com as outras e impedem a produção de essência e sangue, resultando numa deficiência de essência e sangue, e fraqueza do corpo e qi, apresentando um quadro de deficiência. A patogénese é caracterizada por uma mistura de deficiência e actualidade, sendo o mal a causa raiz e a deficiência o sintoma.  Clinicamente, é geralmente classificado nos três tipos seguintes Sintomas clínicos comuns da síndrome mielodisplásica: 1) deficiência de Qi e Yin, com evidência de veneno e obstrução por estase; 2) deficiência de baço e rim, com evidência de veneno e obstrução por estase; 3) calor maligno, com evidência de veneno e obstrução por estase.  A medicina chinesa baseia-se na ideia de identificação dos órgãos internos e yin e yang, que é o núcleo da sua terapêutica, pelo que aquilo a que devemos prestar atenção na nossa dieta e vida normais é inseparável da tipologia acima descrita, que a seguir se descreve.  Princípios gerais: 1. Aderir a uma certa quantidade de exercício físico ao ar livre para fortalecer o corpo e resistir a doenças; 2. Manter um humor feliz; 3. Assegurar uma estrutura alimentar e nutricional razoável; 4. Tomar medicamentos ou nutrientes adequados para aumentar a imunidade do corpo de acordo com a constituição do corpo; 5. Evitar tomar medicamentos ou alimentos que danifiquem o corpo de acordo com a constituição do corpo; 6. Assegurar bons hábitos de vida e evitar apanhar constipações.