Uma introdução ao que é o diagnóstico patológico

  O núcleo da medicina é o diagnóstico e tratamento da doença, e o diagnóstico correcto é um pré-requisito para qualquer tratamento eficaz. Com o rápido desenvolvimento da ciência e da tecnologia, existem numerosos meios de diagnóstico de doenças, e o diagnóstico patológico é o primeiro e mais importante em termos da sua exactidão.  Quando se trata de diagnóstico patológico, muitas pessoas consideram-no desconhecido. Em resumo, o diagnóstico patológico é um julgamento directo de uma doença feito por um patologista utilizando teorias e técnicas patológicas, combinado com a experiência profissional pessoal, observando a olho nu e sob um microscópio a estrutura celular e tecidual da lesão, e referindo-se aos dados clínicos do paciente.  Em comparação com a longa história da humanidade, a história do diagnóstico patológico não é muito longa. No século XVII, estudiosos antigos observaram lesões a olho nu e com uma lupa, mas só em meados do século XIX é que os estudiosos começaram a utilizar o microscópio para observar as estruturas celulares e tecidulares das lesões que a era do diagnóstico patológico foi inaugurada, e o advento do microscópio electrónico nos anos 30 levou a um aprofundamento da patologia desde o nível celular até ao nível subcelular, resultando em patologia ultra-estrutural. Os desenvolvimentos actuais em imunologia, citogenética e biologia molecular fizeram avançar ainda mais o desenvolvimento da patologia.  Os resultados do diagnóstico patológico são cruciais, se não decisivos, para determinar o prognóstico do paciente e o plano de tratamento a ser implementado pelo clínico. É por esta razão que o patologista é conhecido como o “médico do médico”.