Como é que um glioma é diagnosticado?

Se suspeitarmos de uma possível lesão intracraniana, combinada com os sintomas e sinais neurológicos do doente, a forma mais conveniente e rápida é verificar uma TAC craniana, que pode ser efectuada num hospital de nível 1 ou 2, após a TAC, temos um juízo preliminar da situação intracraniana, se houver um problema em considerar a possibilidade de glioma, então podemos verificar a ressonância magnética (RM), que tem Existem muitas sequências de RM, incluindo varrimento (T1, T2) e realce, imagens ponderadas em difusão (DWI), espetroscopia de ressonância magnética (MRS), imagens de tensor de difusão (DTI), imagens ponderadas em suscetibilidade magnética (SWI), imagens de perfusão (PWI), etc. As sequências mais básicas de RM para o diagnóstico de glioma são os exames de varrimento, realce, imagens ponderadas em difusão (DWI) e ondas (MRS). A maioria dos gliomas pode ser diagnosticada com estas sequências básicas. Se, mesmo assim, for difícil fazer um diagnóstico definitivo, deve proceder-se à imagiologia de perfusão (PWI). A perfusão é muito útil na identificação de tumores, encefalites e enfartes. A tomografia computorizada por emissão de positrões (PET) também é útil no diagnóstico do glioma. A PET é feita através da marcação com radionuclídeos de substâncias essenciais ao metabolismo da vida, como a glicose e a metionina, e reflecte a atividade metabólica do tumor, pelo que, se for hipermetabólico, é mais provável que se trate de um tumor. Com estes três testes, teremos uma ideia básica da localização, tamanho e natureza do tumor intracraniano, se é um tumor, que tipo de tumor é, benigno ou maligno. É de salientar que, por mais que o exame imagiológico pareça um tumor, o diagnóstico patológico do tumor é o diagnóstico final do tumor.