Como é diagnosticada e tratada a espinha bífida manifesta?

  1. como posso identificar o tipo de espinha bífida manifesta?  A espinha bífida dominante inclui espondilolistese, espondilolistese da medula espinhal com lipoma, e exstrofia da medula espinhal. Alguns destes tipos podem ser vistos externamente, mas a maioria requer uma ressonância magnética para ver a massa e o interior do canal espinhal.  2) A espinha bífida dominante é difícil de tratar?  Devido à posição anormal da medula espinal na maioria dos casos, e ao facto de crescer juntamente com um lipoma, é muito difícil separar a medula espinal.  3) Como devo ser acompanhado na minha cirurgia à espinha bífida? É uma cura única?  É muito importante o acompanhamento após a cirurgia da espinha bífida. À medida que a criança cresce, o canal espinal cresce mais rapidamente do que a medula espinal, pelo que existe um risco de re-embolismo à medida que a criança cresce. Para a espinha bífida dominante após a cirurgia, recomendo que o acompanhamento seja normalmente exigido até aos 18 anos de idade.  4) O que acontece se os sintomas piorarem durante o seguimento após a cirurgia da espinha bífida dominante?  Se a medula espinal estiver claramente esticada pela ressonância magnética, deve ser realizada uma repetição da operação para libertar a embolia da medula espinal.  5. e se a minha espinha bífida permanecer grave após a cirurgia?  É verdade que se os sintomas não se resolverem após a cirurgia e ainda forem graves, esta é uma situação muito difícil. Num caso, a primeira cirurgia não foi feita correctamente, caso em que uma segunda cirurgia pode ser considerada. Num outro caso, a primeira cirurgia foi exagerada, ou seja, causou danos na medula espinal e nos nervos, caso em que há poucas hipóteses de recuperação. No terceiro caso, a cirurgia foi bem feita, mas a condição original era tão grave que o dano do nervo espinal-medula não pôde ser recuperado por si só.