O que fazer em caso de hiperplasia cortical suprarrenal

A hiperplasia adrenocortical é também conhecida como síndrome adrenogenital ou metaplasia suprarrenal. Deve-se principalmente a defeitos nas enzimas necessárias para a biossíntese das hormonas adrenocorticais, resultando numa síntese anormal de corticosteróides. As manifestações clínicas do hipoadrenocorticismo variam, como a masculinização nas raparigas e a puberdade precoce nos rapazes, para além de sintomas como a hiponatremia ou a hipertensão. O tratamento da hiperplasia adrenocortical continua a ser essencialmente farmacológico, principalmente com glucocorticóides e corticosteróides salinos. Os corticosteróides salinos podem entrar em sinergia com os glucocorticóides para reduzir ainda mais a produção de ACTH. A fludrocortisona pode ser administrada por via oral e, após a melhoria dos sintomas, a dose é gradualmente reduzida e descontinuada. Por outro lado, o tratamento com glucocorticóides pode compensar a falta de secreção de cortisol pelas glândulas supra-renais, por um lado, e inibir a libertação de ACTH excessiva, por outro, reduzindo assim a produção excessiva de androgénios, melhorando assim os sintomas de masculinização e puberdade precoce e assegurando o processo normal de crescimento e desenvolvimento das crianças afectadas. Por exemplo, podem ser tomadas hidrocortisona, prednisona e dexametasona por via oral. Em resumo, o principal tratamento para a hiperplasia adrenocortical nas relações é a toma de corticosteróides salinos e glucocorticóides. A dosagem dos medicamentos deve ser ajustada após exame no hospital e utilizada sob a orientação de um médico.