O tratamento cirúrgico tradicional de coração aberto é a principal modalidade de tratamento e é geralmente indicado para todas as doenças pré-cardíacas simples e complexas. Com excepção de um pequeno número de procedimentos como o ductus arteriosus e a constrição aórtica, a maioria das cirurgias abertas para doenças pré-corporais requer o apoio da circulação extracorpórea. Em comparação com outros procedimentos cirúrgicos, a cirurgia de coração aberto é menos dispendiosa e a hospitalização é de cerca de 7-10 dias, mas o procedimento é mais invasivo do que outras modalidades e a recuperação pós-operatória é mais lenta. A cirurgia de bloqueio intervencionista é um novo tipo de tratamento minimamente invasivo que tem sido desenvolvido nos últimos anos. Tem menos complicações, é menos invasivo, não requer cirurgia de coração aberto, tem uma recuperação mais rápida, não deixa cicatrizes, é menos doloroso para o paciente e tem uma estadia hospitalar mais curta. A oclusão cirúrgica minimamente invasiva é também uma nova técnica que tem surgido nos últimos dois anos. Em vez de abrir o peito, implica fazer uma pequena incisão de 2-3 cm no esterno anterior direito, colocar um empurrador, e libertar o bloqueador para tapar a fenda sob a orientação do ultra-som cardíaco. Isto evita tanto o golpe extracorporal, a redução da incisão cirúrgica como a exposição à radiação durante a intervenção tradicional; contudo, tem as desvantagens tanto da incisão da cirurgia aberta como do elevado custo do tratamento intervencionista. O tipo exacto de procedimento a ser utilizado dependerá das indicações e contra-indicações de cada procedimento e da situação financeira dos pais.