A oclusão cirúrgica de defeitos do septo ventricular tornou-se clinicamente aceite e tem gradualmente substituído a oclusão médica devido ao baixo risco de manipulação intra-operatória. A ecografia transoesofágica desempenha um importante valor na monitorização intra-operatória. O doente é colocado no esófago do doente com a sonda esofágica após a anestesia. A localização do defeito do septo ventricular é diagnosticada pré-operatoriamente e a posição do defeito do septo ventricular é determinada, com especial atenção para o facto de que o defeito do septo ventricular seco inferior não pode ser ocluído e que os doentes com um defeito superior a 10 mm na base não são ocluído, se possível. Para defeitos do septo ventricular elevados próximos da via de saída (subcrural e intracrural) é escolhido um guarda-chuva excêntrico de oclusão para que o a função da válvula aórtica. O ultra-som desempenha um papel importante na monitorização da entrada do fio-guia e da bainha, bem como da libertação do oclusivo. A posição e a proximidade do oclusivo podem ser avaliadas de forma rápida e precisa no período pós-operatório imediato. A imagem acima mostra um paciente com um defeito do septo ventricular pós-operatório com um forte eco do bloqueador. Xiaosu Zhang, Departamento de Ultrassom Diagnóstico, Hospital Filiado da Universidade Médica da Mongólia Interior