1. o que é um quisto biliar comum?
R: É uma dilatação do canal biliar comum ligado ao fígado, que geralmente aparece como um inchaço cístico chamado cisto coledochal (dilatação do canal biliar).
2) Porque é que os cistos coledocais ocorrem nos fetos?
R: Porque os quistos coledochal são embrionários por natureza, o ducto biliar comum começa a excretar a bílis quando o feto tem 18-20 semanas. Se o ducto biliar comum for estreitado ou bloqueado, o ducto biliar comum dilata-se e forma um cisto.
3.When pode um cisto da via biliar comum do feto ser detectado o mais cedo possível?
R: Os canais biliares fetais começam a desenvolver-se às 4 semanas de gestação e formam-se às 5 semanas. Os canais biliares intra-hepáticos formam-se às cerca de 8 semanas de gestação, mas os canais biliares não se ligam aos canais intestinais antes das 13-16 semanas, quando a bílis começa a ser segregada e excretada para o intestino. Se houver uma restrição ou bloqueio do ducto biliar comum e o ducto se dilatar para formar um cisto, então um cisto biliar comum pode ser detectado logo nas 15-20 semanas de vida fetal.
4) Como pode ser identificado um cisto biliar comum de um ducto fetal?
R: Actualmente, o feto pode ser inicialmente identificado por ultra-sons 3D pré-natais durante a gravidez. Outras massas císticas abdominais: cistos mesentéricos, cistos renais, teratomas císticos, etc., precisam de ser identificados, mas principalmente com atresia colledóquica tipo de atresia biliar, uma vez que esta última tem uma apresentação ultra-sonográfica quase idêntica à dos cistos colledóquicos e o prognóstico é extremamente pobre.
5) Como podemos diferenciar um cisto biliar comum de um ducto fetal da atresia biliar (atresia coledochal)?
R: Os cistos colledóquicos podem ser claramente visualizados na ultra-sonografia, enquanto na atresia biliar a vesícula biliar não é visível ou não é visível; os cistos colledóquicos podem aumentar gradualmente de tamanho, enquanto na atresia biliar não há aumento significativo de tamanho; a icterícia pós-natal nos cistos colledóquicos não é óbvia na maioria dos casos, e a icterícia é flutuante e por vezes suave; a icterícia na atresia biliar ocorre precocemente e piora progressivamente, com grave comprometimento da função hepática.
6.What o prognóstico do cisto da via biliar comum e da atresia biliar é?
R: Os cistos colledóquicos são causados por estenose colledóquica distal ou fusão pancreático-mobiliar anormal, e podem ser completamente curados pela reconstrução do ducto biliar. Em contraste, a atresia biliar é causada por malformação ou atresia dos canais biliares intra-hepáticos e interrupção da excreção biliar nos canais biliares intra e extra-hepáticos, pelo que a reconstrução dos canais biliares só pode drenar muito pouca bílis e retardar o processo de cirrose, sendo eventualmente necessário um transplante hepático.
7.How há muitas maneiras de tratar os cistos coledocais?
R: Actualmente, o tratamento do cisto da via biliar comum só pode ser curado por cirurgia, e existem dois tipos de cirurgia: primeiro, a tradicional excisão de cisto aberto e a reconstrução da via biliar; segundo, a excisão laparoscópica completa do cisto e a reconstrução da via biliar (ou seja, cirurgia minimamente invasiva).
8.What são as vantagens da cirurgia minimamente invasiva para os cistos das condutas biliares comuns?
R: A cirurgia laparoscópica minimamente invasiva tem as vantagens da anatomia fina e precisa, trauma cirúrgico mínimo, baixo sangramento, recuperação pós-operatória rápida, complicações mínimas e feridas ocultas e bonitas.
9) Qual é a melhor idade para um bebé ser operado?
R: A cirurgia minimamente invasiva pode ser realizada 2-3 meses após o nascimento se o bebé estiver assintomático e geralmente bem; se o bebé tiver dores abdominais frequentes, icterícia, fezes de cor clara e comprometimento da função hepática, a cirurgia deve ser realizada o mais cedo possível.
10. a cirurgia pode ser feita mais tarde?
R: Actualmente, a cirurgia aos quistos coledocais é um tratamento muito maduro, com excelentes resultados e recuperação completa após a cirurgia. A cirurgia tardia pode resultar em dor abdominal recorrente, pancreatite, colecistite, colelitíase, icterícia, danos irreversíveis da função hepática, e o aumento gradual do cisto pode levar à ruptura e perfuração causando peritonite biliosa, que é fatal em casos graves, e mesmo cancerosa em alguns pacientes.
11.Which os hospitais podem fazer o rastreio?
R: O rastreio pode ser feito em qualquer hospital onde se realizam ecografias 3D e diagnósticos pré-natais, e seria melhor se fosse feito numa unidade médica onde se realiza a cirurgia pediátrica. Isto facilitará o diagnóstico e tratamento precisos da doença.