Os pacientes vêm frequentemente à clínica com perguntas sobre hidronefrose, mas o que é isso? O termo “hydronephrosis” deriva da palavra inglesa “hydronephrosis”. De facto, existe um equívoco comum sobre a hidronefrose. A hidronefrose refere-se na realidade à “acumulação de urina nos rins”, o que se deve principalmente a várias razões para que as condutas urinárias não fluam suavemente, resultando na acumulação de urina que não pode ser excretada suavemente dos rins, manifestada pelo alargamento e ampliação das condutas urinárias dentro e fora dos rins. Este fenómeno é algo semelhante a um “açude” causado por um desastre geológico como um terramoto. O hidrocele não é portanto uma doença em si mesmo, mas sim um sintoma de uma variedade de condições. A hidronefrose persistente pode causar danos no funcionamento dos rins. A presença de hidronefrose requer uma investigação mais aprofundada da causa e avaliação da função renal. As causas da hidronefrose são complexas e podem ser amplamente divididas em factores congénitos e adquiridos. Os factores congénitos incluem o estreitamento do tracto urinário (estreitamento da junção pélvico-ureteral) e o refluxo vesicoureteral, que são geralmente detectados precocemente, ou mesmo diagnosticados durante a gravidez. Os factores adquiridos incluem pedras urinárias, tumores ureterais benignos e malignos, estreitamento do tracto urinário, retenção urinária crónica em idosos com próstata alargada e cirurgia abdominopélvica (dissecção retroperitoneal dos gânglios linfáticos, cirurgia do cancro rectal, cirurgia ginecológica como a cirurgia uterina após radioterapia).