O glioma é o tumor intracraniano mais frequente, representando cerca de metade dos tumores intracranianos, e os primeiros sintomas variam consoante a localização. Desde que os gliomas foram reconhecidos, a maioria dos neurocirurgiões dedicou-se à investigação do glioma e os progressos foram evidentes, no entanto, o resultado do tratamento foi insatisfatório, e o resultado do tratamento é determinado, por um lado, pela patologia do tumor e por factores individuais e, por outro lado, pela normalização do tratamento e pelo grau em que cada uma das várias etapas do processo de tratamento está implementada (que é o que o médico pode fazer). Por outro lado, depende da estandardização do tratamento e do grau em que cada uma das várias etapas do processo de tratamento é efectuada (o que o médico pode fazer). Atualmente, o tratamento dos gliomas tem um certo padrão, cirurgia + radioterapia + quimioterapia. Existem algumas diferenças nas opções de tratamento para os diferentes graus de tumores, mas a cirurgia é a opção de tratamento preferida, e a taxa de ressecção cirúrgica do tumor está diretamente relacionada com a sobrevivência do doente. No entanto, a cirurgia do glioma é relativamente fácil de realizar entre os tumores intracranianos, pelo que os hospitais a todos os níveis estão a realizar a cirurgia do glioma por várias razões, o que resulta em diferenças nos resultados pós-operatórios dos doentes e, frequentemente, a cirurgia inicial é o fator mais importante para determinar o resultado a longo prazo. A cirurgia dos gliomas requer um conhecimento relativamente sólido de neuroanatomia, neuropatologia e neuropatologia, bem como a experiência do cirurgião e a compreensão das estruturas anatómicas anormais na presença de tumores. Por conseguinte, a cirurgia do glioma é simultaneamente simples e muito difícil: simples é o facto de qualquer pessoa a poder fazer (com diferentes graus de ressecção do tumor), mas difícil é fazê-la bem, tanto para conseguir a máxima ressecção do tumor como para proteger a função neurológica, de modo a garantir a qualidade da sobrevivência do doente e a melhorar o seu período de sobrevivência.