Uma das razões pelas quais poucas pessoas não têm medo de qualquer menção de cirurgia é a dor insuportável que se lhe segue. Pesquisas revelaram que cerca de 95% dos pacientes submetidos a cirurgia estão preocupados, ansiosos e perturbados pelo medo da dor, e alguns sofrem de ataques de pânico e aumento da pressão sanguínea. A dor pós-operatória dificulta a respiração, tosse e posição rotativa, e as secreções não são facilmente descarregadas, levando à atelectasia pulmonar e infecção pulmonar. Durante muito tempo, pensava-se que a dor pós-operatória era inevitável, e o método analgésico tradicional era apenas a injecção de morfina, dulcolax e outras drogas analgésicas, mas havia desvantagens como o curto tempo analgésico e a necessidade de medicação repetida. Nos últimos anos, surgiu uma nova tecnologia na gestão clínica da dor – a tecnologia da bomba de medicamentos, em que o esquema de administração de medicamentos é alterado para ser administrado pelo próprio paciente, ou seja, o paciente utiliza a bomba de medicamentos para “analgesia auto-controlada” (referida como tecnologia PCA) O princípio da tecnologia PCA é utilizar o controlo por microcomputador para definir os parâmetros técnicos da máquina de analgesia de acordo com o estado do paciente, e a analgesia é administrada pelo paciente de uma forma segura e eficaz. O número de prensas e a quantidade de medicamentos podem ser auto-regulados pelo paciente, de modo a que o analgésico seja “fornecido a pedido”. Isto permite que o analgésico seja fornecido “a pedido” com a dose mínima para alcançar o melhor efeito com os menores efeitos secundários, evitando a flutuação dos níveis sanguíneos e os efeitos secundários associados aos métodos tradicionais. Este é outro exemplo de como a tecnologia moderna pode beneficiar os pacientes.