O que significa ter uma fractura estável?

  Como o nome indica, uma fractura que foi reposicionada por manipulação, com fixação externa apropriada, e que é estável e não é facilmente re-localizada é conhecida como fractura estável. Uma fractura transversal comum que não é facilmente re-localizada é conhecida como fractura estável. Uma fractura transversal comum, ou uma fractura ligeiramente biselada, que é facilmente reposicionada e colada, e também se os tecidos moles circundantes forem finos, não é normalmente deslocada de novo após manipulação e com boa fixação externa. Para além das fracturas das extremidades, as fracturas por compressão vertebral que não envolvem o arco vertebral e o pedículo são também consideradas fracturas estáveis. Estas fracturas são relativamente fáceis de gerir e podem ser tratadas satisfatoriamente com um bom reposicionamento e uma fixação adequada.  As fracturas estáveis caracterizam-se por um fácil reposicionamento e fixação, um bom prognóstico e muito pouca mal união ou não união. Exemplos incluem fracturas de ramo verde, fracturas de inserção, fracturas de compressão vertebral ligeira e fracturas transversais. Comumente vistos são fracturas de uma costela, falanges distais e fracturas do dedo do pé.  Por conseguinte, em caso de fractura, é importante tirar uma radiografia, que é utilizada para confirmar se se trata de uma fractura estável. Com este conhecimento, ajudar-nos-á a julgar se o médico está a tratar correctamente a fractura e a não recorrer a alguns métodos incorrectos de tratamento.