Os sintomas prodrómicos da fístula esofágica muitas vezes não são sistémicos, mas simplesmente desconforto, inchaço e dor no pescoço, combinados com desconforto na deglutição; inchaço localizado no lado mais normal com uma sensação de pressão e dor, mas geralmente o inchaço e a pressão após a cirurgia parecem normais e difíceis de chamar a atenção. Os sinais mais característicos são uma pele local vermelho-escura e um aumento progressivo da massa. Tratamento: Quando o diagnóstico é claro, deve ser feita imediatamente uma avaliação rápida do estado do doente, da ventilação, do estado nutricional e do estado de perturbação hidroelectrolítica e, em seguida, deve proceder-se sem hesitação à drenagem e à cirurgia correctiva. Controlo pré-operatório: A preparação pré-operatória deve começar quando se suspeita deste diagnóstico, por exemplo, jejum, aspiração de muco na boca e no esófago proximal, aquecimento, hidratação, suporte nutricional parentérico, etc. Se necessário, utilizar antibióticos. A utilização pré-operatória de metformina intravenosa para reduzir a acidez do suco gástrico e a sua utilização contínua até à cicatrização da anastomose não é universalmente aceite. A criança deve ser transferida numa posição horizontal, lateral ou semi-ambulatória. A criança deve ser acompanhada por um médico ou enfermeiro experiente, com oxigénio, isolamento e sucção. Devem ser feitos todos os esforços para não utilizar um ventilador artificial antes da operação, para evitar a entrada de gás no trato digestivo através da fístula, o que poderia causar uma elevação do diafragma, agravar o desconforto respiratório e até levar a uma perfuração gástrica.