Embolização da artéria esplénica para hiperesplenismo

  O hipersplenismo pode causar uma redução das células sanguíneas totais, o que por sua vez pode levar a sintomas tais como anemia, infecção e hemorragia. Quando isto é acompanhado por uma redução da função hepática ou distúrbios de coagulação, podem ocorrer sintomas de hemorragia mais graves e com risco de vida.  Tratamento tradicional: Remoção cirúrgica do baço. Desvantagens: Menos invasivo, mais arriscado, mais complicado. A esplenectomia não pode ser realizada para (1) mielosclerose (2) leucemia granulocítica crónica (3) hipersplenismo secundário a certas doenças não sangüíneas, tais como sepse, febre negra, sífilis, etc. Além disso, o baço, como órgão imunitário, desempenha um papel importante na manutenção da função imunitária normal, na prevenção e controlo de infecções e na prevenção do crescimento de tumores, e não deve ser removido de ânimo leve.  Tratamento intervencionista: Sem incisão, apenas esplenectomia parcial.  Vantagens: Pode efectivamente melhorar o hipersplenismo, preservar a função imunitária do baço, melhorar a função da medula óssea e tem poucas complicações.