Cirurgia minimamente invasiva para o cancro do esófago

O cancro do esófago tem uma elevada prevalência na China e a província de Fujian é uma província de elevada prevalência. A ressecção cirúrgica é a primeira escolha de tratamento do cancro do esófago. Contudo, a cirurgia aberta convencional é traumática e tem muitas complicações, sendo ainda mais arriscada para os doentes idosos e frágeis. A cirurgia radical minimamente invasiva do cancro do esófago tem grandes vantagens em relação à cirurgia convencional devido ao menor trauma, menos complicações, recuperação mais rápida e incisão mais bonita. A nossa equipa médica acumulou mais de 350 casos de cirurgia minimamente invasiva do cancro do esófago e está atualmente a realizar a cirurgia minimamente invasiva em mais de 95% dos doentes com cancro do esófago que satisfazem as indicações para a cirurgia, o que constitui um grande benefício para os doentes. Estamos já um passo à frente na cirurgia minimamente invasiva do cancro do esófago e é previsível que a cirurgia minimamente invasiva venha a substituir a cirurgia aberta convencional como tratamento padrão para o tratamento radical do cancro do esófago.