Actualmente, existem várias opções de tratamento para a doença.
(1) Tratamento agudo: Estão disponíveis choques hormonais de alta dose e substituição do plasma. O tratamento de choque hormonal é barato e tem a vantagem de um rápido início de acção, tornando-o uma opção de tratamento clássica. Contudo, com o uso repetido de grandes quantidades, podem ocorrer efeitos secundários tais como osteoporose, necrose da cabeça femoral, obesidade e infecção; a substituição do plasma é relativamente mais cara mas tem menos efeitos adversos e é certamente eficaz. Em casos graves, o choque hormonal pode ser combinado com a troca de plasma. Além disso, a infusão intravenosa de gamaglobulina tem alguma eficácia, mas são necessárias mais provas para apoiar isto.
(2) Tratamento em remissão: A imunossupressão é recomendada para prevenir recaídas. Existem vários tipos de imunossupressores. Os imunossupressores tradicionais, tais como azatioprina e metotrexato, são menos caros mas podem ter maiores efeitos secundários e a azatioprina é lenta a fazer efeito, levando 3-6 meses; os imunossupressores mais recentes, tais como o morte-macrolide, e os biológicos, tais como o rituximab, são relativamente caros e precisam de ser escolhidos de acordo com o risco de recaída e à luz das circunstâncias financeiras.