6 dicas para manter os distúrbios alimentares à distância

     Não é fácil fazer o que eu digo, mas é um desafio.  Aceitar um peso ‘normal’ Existe uma condição mental chamada ‘perturbação da imagem corporal’, que muitas pessoas que sofrem de anorexia sofrem, ao olharem-se ao espelho e pensarem que são gordas quando já estão magras. Esta percepção pouco fiável é como um algema no cérebro que nos impede de aceitar um peso “normal”.      Aceitar comida “normal”: “Comer engorda-me”, “A comida é o meu melhor amigo” – quer seja anorexia ou bulimia, esta noção irracional está sempre presente. Nem a fome nem a sobrealimentação é uma boa experiência. A comida é o nosso bom amigo, mas não o nosso único amigo. Confie no nosso corpo, ele dir-nos-á quando precisamos de comer, apreciar a nossa comida e desfrutar da vida.  Reconheça o seu próprio valor Muitas pessoas que sofrem de distúrbios alimentares não têm problemas à superfície, e são mesmo a “espinha dorsal da elite”. Mas, no fundo, pode faltar-lhes um sentido de identidade para si próprios. Saiba que o que está a fazer é significativo e que não tem de medir o seu valor através da lente estreita de ‘peso’.  Divirta-se. Vá ao cinema, mantenha um diário, ouça música, viaje, festeje, tudo o que se possa imaginar, divirta-se. Por um lado, é uma excelente forma de relaxar e encontrar as suas verdadeiras paixões, e por outro, é eficaz quando se tem a vontade de comer em excesso. Passar tempo com pais e amigos Pode parecer que não tem nada a ver com anorexia ou bulimia, mas um bom sistema de apoio social pode ajudar-nos a ultrapassá-la. Tire tempo para passar tempo com a família e amigos, confie neles e fale com eles sobre as nossas lutas, pode ajudar. Tirar tempo para aprender sobre os distúrbios alimentares, os fenómenos e mecanismos por detrás deles, o que precisamos de fazer para os ultrapassar, histórias de sucesso na sua superação, e até mesmo para ajudar aqueles que também sofrem de distúrbios alimentares.