Não tolerar dores cancerígenas

  Alguns doentes e as suas famílias podem pensar que, uma vez que o cancro não está curado, a dor é inevitável e natural, ou podem recear que o consumo de morfina conduza ao vício. Como resultado, o paciente não recebe analgesia activa ou a medicação não é administrada de forma padronizada, deixando o paciente a “suportar a dor” e toda a família a dormir e a comer.  Em 2000, a OMS lançou uma iniciativa para tornar todos os doentes com cancro do mundo indolor. Se tiver um ente querido ou um amigo que tenha um problema com isto, venha ver o Departamento da Dor no Hospital First City. Os médicos utilizarão vários métodos para o ajudar com as suas dores, dependendo da situação de cada indivíduo. Para além de seguir a abordagem internacional em três etapas da medicação contra a dor causada pelo cancro, a dor persistente que não pode ser tolerada pela medicação ou que não é eficaz pode ser tratada com injecção contínua intra-umbilical, intravenosa ou subcutânea ou analgesia controlada pelo paciente, destruição nervosa ou ablação por radiofrequência da glândula pituitária, de modo a que os pacientes e as suas famílias já não necessitem de sofrer de dor.