O cancro do esófago em fase intermédia é o mais controlável e mais eficaz de todas as fases do cancro do esófago. A cirurgia e a radioterapia são os principais tratamentos locais. A escolha do tratamento depende do comprimento da lesão, da presença de metástases nos gânglios supraclaviculares e linfonodos circundantes, bem como da idade do paciente e do estado funcional dos órgãos vitais. Nos últimos anos, as técnicas de radioterapia têm-se desenvolvido rapidamente e muitas técnicas de radioterapia de precisão têm sido aplicadas na prática clínica. A modalidade convencional de irradiação + radioterapia de precisão (radioterapia de conformidade 3D) melhorou significativamente a taxa de sobrevivência a longo prazo do cancro do esófago. Num estudo multicêntrico com uma grande amostra, não houve diferença significativa na taxa de sobrevivência de 5 anos entre cirurgia e radioterapia para o mesmo grupo etário. Os idosos têm 73 anos, a cirurgia de coração aberto é mais invasiva e demora mais tempo a recuperar, e a cirurgia pode não ser a primeira escolha se a lesão estiver numa fase posterior. A radioterapia pode ser utilizada para controlar a doença e melhorar a qualidade de sobrevivência, matando duas aves com uma cajadada só.