Complicações pós-operatórias comuns do cancro do esófago e a sua gestão

  1. fístulas anastomóticas: as fístulas anastomóticas cervicais não representam risco de vida para o doente e a maioria cura com drenagem; as fístulas anastomóticas intratorácicas representam uma grande ameaça para o doente e têm uma elevada taxa de mortalidade, a maioria das quais ocorre 5-10 dias após a cirurgia. terapia de apoio; em pacientes com fístulas precoces, a reparação cirúrgica pode ser tentada e reforçada com uma grande cobertura de retalho muscular omental ou intercostal.  Complicações pulmonares: Estas incluem pneumonia, atelectasia, edema pulmonar e síndrome do desconforto respiratório agudo, sendo a infecção pulmonar a mais comum e a que deve ser dada alta prioridade.  3, doença celíaca: causada por lesão intra-operatória do ducto torácico, ocorre sobretudo 2-10 dias após a cirurgia, o paciente sente aperto torácico, falta de ar e pânico. Uma vez confirmado o diagnóstico, deve ser colocada uma drenagem torácica fechada e o fluxo de drenagem deve ser acompanhado de perto. Para pacientes com elevado fluxo celíaco, o ducto celíaco deve ser dissecado e ligado a tempo.  4, outras complicações: há hemotórax, pneumotórax e infecção torácica, de acordo com a condição do tratamento correspondente.