Nós explicamos isto com o exemplo de mutações no gene EGFR, o gene condutor mais comum em doentes com cancro do pulmão. Em primeiro lugar, nem todos os tipos de mutações podem ser controlados com drogas específicas existentes, e os estudos apenas identificaram um subconjunto de “mutações sensíveis” (por exemplo, exon 19 mutações de eliminação e exon 21 mutações pontuais) que são eficazes com drogas específicas. Se um paciente transporta um tipo de mutação que não é sensível ao medicamento visado, é provável que o medicamento seja ineficaz. Em segundo lugar, é comum que a maioria dos pacientes se torne “resistente aos medicamentos EGFR visados” após um período de tempo (em média 9-14 meses), resultando no fracasso do tratamento. Por conseguinte, é importante fazer um acompanhamento regular durante a terapia orientada, a fim de detectar a resistência e tomar contramedidas.