Tratamento cirúrgico minimamente invasivo da síndrome de contractura glútea

  A síndrome da contractura glútea é frequentemente uma síndrome clínica em que o músculo da anca e as suas fibras fasciais se degeneram e contraem como resultado de repetidas injecções na anca na primeira infância, causando limitações funcionais da articulação da anca.  Estes pacientes têm depressões, massas ou bandas de fáscia na anca e uma sensação de estalido ou saltitante na anca. O paciente caminha com uma posição “virada para fora” pronunciada e é incapaz de “cruzar as pernas”. Nos casos mais leves, os joelhos são primeiro separados quando se agacham, e depois reunidos após o agachamento (sinal de círculo). Em casos graves, o paciente só pode agachar-se numa posição abduzida e rodada externamente, sem os calcanhares tocarem no chão, numa posição semelhante à de uma rã.  Para a maioria dos pacientes com contractura glútea, a banda glútea é cortada: a incisão é de apenas cerca de 3cm, o trauma é mínimo e o paciente pode ter alta no dia seguinte à cirurgia. Para casos graves, a combinação de um corte de uma banda glúteo médio e uma libertação de glúteo máximo pode abordar adequadamente os factores causais e fornecer resultados satisfatórios.  Exercício funcional pós-operatório: após a libertação da contractura, o músculo glúteo máximo pode voltar a aparecer e voltar a aparecer, pelo que o exercício funcional pós-operatório é necessário para evitar a re-aderência da ruptura superficial do feixe iliotibial do tensor fascial largo.