Fase 0: A anca é assintomática e as radiografias não são anormais, mas como o lado oposto já é sintomático e diagnosticado, e mais de 85% da anca é afectada bilateralmente, esta fase é referida como anca silenciosa, mas na realidade, os exames isotópicos, a pressão intra-óssea ou as biópsias do núcleo provaram que há alterações. Fase I: A dor na articulação da anca, que pode ocorrer após trauma ou esforço, é progressiva, pesada à noite e ligeiramente restrita na rotação interna e rapto; as radiografias mostram algumas áreas de poupa, com medições de pressão positiva e biópsias. A terapia de descompressão é mais eficaz nesta fase. Fase II: Os sintomas clínicos continuam a agravar-se e as radiografias mostram um aumento da densidade óssea e alterações císticas, e uma banda translúcida curva de osso subcondral, chamada sinal crescente, mas a cabeça femoral permanece em forma normal. Fase III: A dor na anca impede a mobilidade e o movimento é significativamente restrito em todas as direcções. A cabeça femoral tem bordas sobrepostas devido ao colapso, ou perdeu a sua redondeza, e as áreas escleróticas são evidentes na radiografia. O diagnóstico é fácil de fazer, mas a gestão é difícil. Fase IV: A doença atingiu uma fase avançada, com deformação da cabeça femoral, estreitamento do espaço articular, esclerose do acetábulo e o aparecimento de sinais óbvios de osteoartrite.