Em 1977, foi realizada com sucesso a primeira intervenção percutânea para a doença arterial coronária (ICP) no mundo, uma nova tecnologia que não abria o tórax e pôs fim à história de que só a cirurgia cardíaca podia reconstruir os vasos coronários. Após mais de 30 anos de desenvolvimento, a terapia de intervenção tem sido amplamente aceite clinicamente devido à sua elevada segurança, baixa lesão, recuperação rápida e eficácia notável. Em 2010, foram realizados cerca de 300 000 procedimentos de ICP na China, tendo-se tornado nas duas principais modalidades de tratamento da doença coronária, a par da cirurgia cardíaca. Trata-se de um procedimento minimamente invasivo em que o médico começa por puncionar a artéria radial ou femoral, depois envia um cateter especial do local da punção para a raiz da aorta através da artéria radial ou femoral, encontra a abertura da artéria coronária, envia um fio-guia especial para a artéria coronária até à extremidade distal da estenose, implanta um stent, desbloqueia o vaso e restabelece o fornecimento normal de sangue ao miocárdio, conseguindo um tratamento “imediato”. resultados “imediatos”. O resultado imediato e a longo prazo da colocação de um stent depende muito da competência do cirurgião, pelo que é particularmente importante escolher um hospital especializado em cardiologia e um cirurgião de intervenção competente.