O neuroblastoma está dividido em grupos de baixo, médio e alto risco com base na idade, fase, tipo histológico e variantes biológicas moleculares. Para os grupos de baixo e médio risco, o tratamento não é muito difícil e o prognóstico é bom, mas o grupo de alto risco permanece difícil. Novos tratamentos ou ensaios clínicos são constantemente acrescentados, e o modelo de tratamento está em revisão dinâmica, mas os princípios gerais permanecem os mesmos. O objectivo é reduzir ao máximo a carga tumoral, incluindo focos primários e metastáticos, com o objectivo de alcançar ou aproximar-se de uma remissão completa. A quimioterapia intensiva é dada para cerca de 4 cursos, seguidos de cirurgia e 1-2 cursos após a cirurgia. Os medicamentos de quimioterapia são baseados em DDP, CTX, ADM, VP-16 e VCR, sendo agora introduzido o topotecan ou irinotecan. A radioterapia é geralmente administrada após quimioterapia e alvos: metástases primárias e persistentes. As técnicas de radioterapia são na sua maioria radioterapia modulada por intensidade, o que tem a vantagem de ser capaz de atingir volumes de tratamento precisos com o mínimo de danos aos órgãos circundantes. Durante o período de tratamento, as células estaminais autólogas são recolhidas para congelação e armazenadas para transplante de células estaminais de reserva. O objectivo é eliminar células resistentes a drogas e lesões residuais deixadas da fase de indução. Como é utilizado o transplante de células estaminais autólogas, é seguro. A escolha do regime de pré-tratamento é crucial, anteriormente CEM (carboplatina + pedialyte glicósidos + mafran) foi alterado para regime Bu/Mel (leucovorin + mafran) ou Bu/Mel + 131I-MIBG. III. fase de manutenção O objectivo é monitorizar e eliminar continuamente focos micro-residuais. Os métodos incluem: diferenciação e terapia de indução de apoptose com 13-cis RA durante 6 meses, e imunoterapia orientada: anticorpo monoclonal GD2 + citocinas (interleucina-2, GM-CSF). A falta de anticorpos monoclonais GD2 (Dinutuximab) na China, em comparação com os EUA, pode ser um problema que pode ser resolvido (compra estrangeira?). Os médicos chineses são muito inteligentes e têm a capacidade de adquirir novos conhecimentos rapidamente, mas o maior obstáculo é o financeiro, uma vez que o Dinutuximab é caro. Então, temos uma alternativa? O autor sente que o GD2-CAR-T poderia ser esperado, mas é necessária mais experiência.