A chave para encontrar o factor mais importante na gestão da doença é a prática de competências básicas de diagnóstico. É uma questão de compreender os sintomas da doença, a evolução da história, os detalhes da história passada, o exame cuidadoso do corpo, a presença de sinais claros de localização das raízes nervosas e a consistência das imagens com a anatomia patológica. Uma vez identificado o alvo, pode ser administrado um tratamento eficaz e direccionado. As opções de tratamento são: fechamento da raiz do nervo, discografia, teste de provocação, remoção do núcleo pulposo do disco microscópico lateral, MED, descompressão quadrante do canal espinhal, fixação percutânea do parafuso pedicular, cirurgia aberta, descompressão P-TILF do canal espinhal, fusão intervertebral do implante, e fixação não-fusional da coluna vertebral. O objectivo é minimizar o trauma e maximizar a eficácia, visando diferentes modalidades de tratamento para diferentes etiologias.