Introdução à Espondilite Anquilosante

  A espondilite anquilosante pertence à categoria de “paralisia” na medicina chinesa e caracteriza-se por dor na coluna lombar, articulações inchadas e dolorosas, movimento restrito de ambas as ancas, e mesmo rigidez da coluna lombar e deformação da coluna vertebral. Tradicionalmente, pensa-se que a doença se deve a deficiências de dotação, deficiências hepáticas e renais, com vento, frio, humidade e calor aproveitando as deficiências para atacar o rim, a bexiga e o Vaso Dirigente, classificando assim a doença como “paralisia renal”, “paralisia óssea”, “dorso de tartaruga” e “doença do Vaso Dirigente”. A doença é assim classificada como “paralisia dos rins”, “paralisia dos ossos”, “tartaruga de volta” e “doença do Vaso do Governador”.  Resumimos a experiência dos nossos antecessores, com base nos resultados da investigação médica moderna, e fizemos referência à patologia tanto da medicina chinesa como ocidental, e após anos de prática clínica, somos os primeiros na profissão médica chinesa a propor que esta doença pertença à categoria de “paralisia tendinosa” na medicina chinesa. Em termos de tratamento, acreditamos que existem diferentes estados patológicos durante as fases activa e de remissão da doença, e tratamos a doença por fases de acordo com o princípio de “tratar os sintomas quando é urgente, e tratar a causa raiz quando é lento”. Em resposta às características patológicas da espasticidade e da anquilose, a teoria académica de “aliviar o espasmo e acalmar o governador” é proposta como o principal tratamento para a espondilite anquilosante, que tem sido repetidamente provado clinicamente que forma um sistema de tratamento mais completo.