Diagnóstico patológico pós-operatório do cancro da tiróide diferenciado

  A fase TNM e o risco de estratificação de recorrência do cancro da tiróide diferenciado são avaliados com base na informação clínica disponível, e é determinada a extensão dos gânglios linfáticos da tiróide e do colo do útero que devem ser removidos por cirurgia. O plano de seguimento é então decidido com base numa comunicação completa com o paciente, tendo em conta os riscos de reoperação, a conveniência do seguimento, e os desejos e conformidade do paciente: ① Se for necessária uma reoperação, recomenda-se que a mesma seja realizada o mais cedo possível ou após o edema na área operada ter diminuído (após 3 meses), se o estado do paciente o permitir. Deve ser tomado especial cuidado para proteger as glândulas paratiróides e o nervo laríngeo recorrente durante a reoperação, uma vez que o risco de complicações cirúrgicas graves é maior do que durante a primeira operação.  (ii) Os pacientes com baixo risco de recidiva podem ser acompanhados se o lóbulo afectado tiver sido removido durante a primeira cirurgia.  (iii) Os pacientes com baixo risco de recorrência cuja primeira cirurgia foi uma lobectomia parcial (apenas uma pequena quantidade de tecido glandular não tumoral é retida) podem ser acompanhados sem cirurgia se o acompanhamento for conveniente e o paciente estiver em conformidade.