Via Clínica do Cancro Esofágico
I. Via clínica do cancro esofágico procedimento hospitalar padrão
(i) Objectos aplicáveis.
Primeiro diagnóstico de cancro do esófago
Cirurgia do cancro esofágico radical (ressecção do cancro esofágico + anastomose esofagogástrica)
(2) Base diagnóstica.
De acordo com as Directrizes de Diagnóstico Clínico e Tratamento – Caderno de Cirurgia Torácica (editado pela Associação Médica Chinesa, Editora de Saúde Popular)
1. sintomas clínicos: disfagia progressiva.
2. investigações auxiliares: refeição de bário do tracto gastrointestinal superior, exame endoscópico e sugestão de biopsia.
(iii) Escolha do plano de tratamento.
De acordo com o Sub-livro de Diagnóstico Clínico e Tratamento – Cirurgia Torácica (editado pela Associação Médica Chinesa, Editora Saúde do Povo)
1. Ressecção trans-esofágica do cancro do esófago trans-esofágico, anastomose esofagogástrica intratorácica ou anastomose esofagogástrica cervical.
2.Esophageal ressecção do cancro através da anastomose esofagogástrica intratorácica e do tórax direito (duas incisões no peito e abdómen) ou anastomose cervical (três incisões no pescoço e tórax e abdómen).
(iv) A estadia hospitalar padrão é de 13-21 dias.
(v) Critérios de entrada.
1. o primeiro diagnóstico deve cumprir o CID-10: C15/D00,1 código da doença do cancro do esófago.
2. quando o paciente também tem outros diagnósticos de doenças, mas não é necessário nenhum tratamento especial durante a hospitalização nem afecta a implementação do processo da via clínica para o primeiro diagnóstico, o paciente pode entrar nesta via.
(vi) Preparação pré-operatória (avaliação pré-operatória) 3-5 dias.
1. itens de exame necessários.
(1) Sangue de rotina, urina de rotina, fezes de rotina.
(2) Coagulação, grupo sanguíneo, função hepática e renal, electrólitos, rastreio de doenças infecciosas (hepatite B, hepatite C, SIDA, sífilis, etc.).
(3) função pulmonar, análise de gases sanguíneos, electrocardiograma.
(4) Endoscopia + biopsia.
(5) Imagem: radiografia de tórax frontal e lateral, imagem do tracto gastrointestinal superior, tomografia computorizada do tórax (simples + varrimento melhorado), ultra-som abdominal ou TAC.
2. dependendo da condição do paciente, estão disponíveis as seguintes opções.
(1) Ecocardiografia.
(2) Ultra-som endoscópico do esófago, etc.
(vii) Selecção profiláctica de medicamentos antimicrobianos e calendário de utilização.
1.Antimicrobial medicamentos: devem ser implementados de acordo com as Guidelines for the Clinical Application of Antimicrobial Drugs (Health and Medical Development [2004] No. 285) e a utilização racional de medicamentos antimicrobianos de acordo com o estado do doente.
2. aplicação preventiva de medicamentos antimicrobianos 30 minutos antes da cirurgia.
(viii) O dia da cirurgia é o 3º-7º dia de admissão.
1. anestesia: anestesia geral com intubação traqueal de duplo lúmen.
2. consumíveis cirúrgicos: utilizados de acordo com o estado do paciente (anastomoses circulares, fechos, suturas de corte, etc.).
3. medicação intra-operatória: aplicação profiláctica de medicamentos antibacterianos.
4. transfusão de sangue: dependendo da situação intra-operatória.
(ix) Recuperação hospitalar pós-operatória durante 10-14 dias.
1. testes que devem ser revistos: raio-X torácico, sangue de rotina, funções hepáticas e renais, electrólitos.
2. medicação pós-operatória: os medicamentos antibacterianos devem ser utilizados em conformidade com as Directrizes para a Aplicação Clínica de Medicamentos Antibacterianos (Desenvolvimento de Cuidados de Saúde [2004] No. 285), quer cefalosporinas de segunda geração, quer aplicação combinada de metronidazol.
(x) Critérios de descarga.
1. ingestão suave de alimentos semi-líquidos.
2. boa cicatrização da incisão, ou incisão mal curada que pode ser tratada em clínica ambulatorial.
3. temperatura corporal normal e sem sinais óbvios de infecção, tal como indicado pela radiografia ao tórax.
(xi) Variação e análise das causas.
1, Existem comorbilidades que afectam a cirurgia e requerem diagnóstico e tratamento relevantes.
2.Post- complicações cirúrgicas tais como infecção pulmonar, insuficiência respiratória, insuficiência cardíaca, fístula anastomótica e outras complicações, que requerem tratamento prolongado.
II. via clínica para o cancro do esófago
Objectivo: primeiro diagnóstico de cancro do esófago
Cirurgia do cancro do esófago radical (ressecção do cancro do esófago + anastomose esofágica-gástrica)