O maior risco das fracturas do colo do fémur é a não união e a necrose da cabeça do fémur, sendo as fracturas na junção craniocervical as mais perigosas. O risco de não-união e osteonecrose aumenta com a idade. O risco de não-união e osteonecrose da cabeça femoral é de 90% para as fracturas da junção craniocervical em doentes com mais de 60 anos de idade. Por conseguinte, a substituição total da anca numa única fase é a melhor opção de tratamento para este doente. O tubo de drenagem foi retirado 2 dias após a cirurgia, o doente conseguiu andar no chão 3 dias após a cirurgia, andou sem muletas 45 dias após a cirurgia e começou a praticar agachamentos 3 meses após a cirurgia.