O fígado é o maior órgão substancial do corpo e é responsável por muitas funções fisiológicas; uma vez que a máquina de “fígado” entra em “greve” – ou seja, “falha hepática” – a pessoa não será “Humano! A fim de se saber atempadamente se o fígado está a funcionar correctamente, há vários testes médicos disponíveis. Infelizmente, porém, não há um único teste que possa relatar todas as funções do fígado, pelo que os testes que reflectem diferentes aspectos da sua função são geralmente combinados para dar uma avaliação abrangente da função hepática. Dos mais de 700 testes de função hepática disponíveis, quatro são amplamente utilizados na prática clínica: 1. enzimas séricas: ALT, AST, ALP e GGT são as mais comummente utilizadas. A enzima mais comummente utilizada é o GGT. Todas as doenças que causam danos hepatocelulares, quer visem o fígado ou sejam de natureza sistémica, podem ser caracterizadas por aumentos anormais das enzimas séricas, particularmente ALT/AST. A semi-vida da ALB é de 21 dias e uma diminuição da ALB pode indicar uma diminuição da síntese hepática nos últimos 21 dias. A diminuição de PA e CHE e o prolongamento do PT são indicativos da função sintética do fígado nas últimas horas. 3. função excretora hepática: inclui a capacidade de excretar e remover bilirrubina endógena, ácidos biliares e drogas e corantes exógenos. A bilirrubina total (TBIL) é a soma da bilirrubina directa (DBIL) e indirecta (IBIL), e a IBIL é convertida em DBIL após ligação a proteínas específicas em hepatócitos; após a lesão das células parenquimatosas hepáticas, a hiperbilirrubinemia, principalmente a DBIL, pode manifestar-se; um grande número de lise dos glóbulos vermelhos conduzirá a um metabolismo anormal da bilirrubina, principalmente a IBIL. 4. indicadores de fibrose hepática: refere-se geralmente ao ácido hialurónico, laminina, peptídeo procollagen peptídeo tipo III e colagénio tipo IV. Estes indicadores são elevados quando células esteladas e fibroblastos no fígado são activados, levando à fibrogénese no fígado. Embora os quatro tipos de testes acima mencionados sejam normalmente utilizados na prática clínica, é importante não julgar o estado funcional do fígado com base em qualquer indicador isoladamente. O diagnóstico correcto da doença deve basear-se numa análise completa da história médica, no exame físico e nos resultados de todos os testes.