A distrofia miotónica é uma doença caracterizada pelo progressivo desperdício e fraqueza muscular devido a várias causas, bem como a degeneração dos músculos que governam o movimento. É geralmente uma doença congénita, hereditária, causada por anomalias genéticas e mutações. A principal manifestação da doença é a atrofia progressiva e fraqueza dos músculos esqueléticos, alguns dos quais podem envolver os músculos do coração, ou seja, os músculos do coração. As manifestações clínicas podem ser divididas em vários tipos: em primeiro lugar, distrofia pseudo-hipertrófica, distrofia pseudo-hipertrófica mais grave, manifestando-se principalmente na idade de 2-8 anos, com caminhada inicial desajeitada, queda fácil, incapacidade de correr e subir escadas, bem como protrusão da medula espinal anterior e protuberância lombar. Segundo, a distrofia dos arcos interfaciais, que resulta principalmente na incapacidade de mostrar os dentes no rosto, na incapacidade de projectar os lábios, na incapacidade de fechar os olhos, na incapacidade de franzir o sobrolho, etc. Terceiro, a distrofia dos músculos da cintura do membro, que afecta principalmente os músculos da cintura pélvica e os grandes músculos lombares, resultando em dificuldade de caminhar, incapacidade de subir escadas, marcha vacilante, quedas frequentes, etc. Esta distrofia miotrópica é uma doença hereditária, que é difícil de tratar. A medicina ocidental trata-a normalmente com exercício e hormonas. Em contraste, a medicina chinesa trata-a tonificando os rins e o principal osso e essência, o que geralmente não é muito eficaz.