São menos comuns clinicamente, sendo os hemangiomas cavernosos o tipo mais comum. Os hemangiomas cavernosos hepáticos são comuns em doentes de meia idade e são na sua maioria solitários ou múltiplos; a incidência é aproximadamente igual no fígado esquerdo e direito. O tumor cresce lentamente e pode durar vários anos. Quando o tumor é pequeno, é assintomático. Quando aumenta de tamanho, manifesta-se principalmente como aumento do fígado ou compressão de órgãos adjacentes como o estômago e o duodeno, causando sintomas tais como desconforto epigástrico, distensão abdominal, arroto e dor abdominal. Diagnóstico: As manifestações clínicas, ultra-sons, arteriografia hepática, TAC, RM ou radionuclídeos, etc., não são difíceis de diagnosticar. A ressecção cirúrgica é o tratamento mais eficaz para o hemangioma hepático cavernoso. Contudo, os pequenos hemangiomas hepáticos cavernosos assintomáticos não requerem tratamento. Os exames ultra-sónicos podem ser realizados a intervalos de 3-6 meses para observar dinamicamente as mudanças no período. Para tumores com 8 cm de diâmetro ou sintomáticos, a hepatectomia parcial extraperitoneal ou lobectomia do fígado pode ser realizada dependendo da extensão da lesão. Para os de diâmetro inferior a 15 cm, também pode ser utilizado o agrupamento de hemangiomas. Para lesões extensas que não podem ser removidas, é possível a ligação da artéria hepática com embolização. O maior hemangioma cavernoso hepático removido cirurgicamente na China era 63cm x 48,5cm x 40cm e pesava 18kg. A complicação mais perigosa do hemangioma cavernoso hepático é a hemorragia aguda na cavidade abdominal causada pela ruptura do tumor, que muitas vezes pode levar à morte.