Recomendamos a correcção cirúrgica precoce do polegar flutuante do bebé, pois não é apenas uma perda da função do polegar para o bebé, mas também menos agradável esteticamente, e o bebé receberá inevitavelmente alguns olhares estranhos quando brincar com os mais pequenos, o que pode afectar a saúde psicológica do bebé. Estes efeitos podem ser evitados, e a longo prazo, a correcção dos joanetes flutuantes é essencial. O nosso tratamento actual para os joanetes flutuantes baseia-se principalmente na técnica de reconstrução do enxerto ósseo hemipalmar, onde uma porção de osso é retirada do segundo metacarpo da mão afectada para reconstruir o primeiro metacarpo, com uma probabilidade muito menor de reabsorção e necrose óssea, e um melhor resultado geral, tanto em termos de função como de aparência. A cirurgia é dividida em duas fases. A primeira fase é mover o osso para dar ao polegar uma melhor forma e depois, depois de ter crescido, a segunda fase é reconstruir a função do polegar para que este se possa mover. Após a cirurgia em duas fases, a criança pode ser orientada a fazer exercícios funcionais, tais como escrever com uma caneta, aparafusar tampas de garrafas, ou agarrar objectos grandes com força, o que é basicamente suficiente para as necessidades diárias.