Quando uma criança é mordida por um cão e rompe a pele, a primeira coisa a fazer neste caso é determinar se o cão é suscetível de ser portador do vírus da raiva. Se o cão tiver sido regularmente vacinado contra a raiva, não há necessidade de se preocupar com a transmissão da raiva aos seres humanos. Se o cão não tiver sido vacinado regularmente contra a raiva e não houver outra forma de garantir que o cão não é portador do vírus da raiva, devem ser tomadas certas precauções em relação às crianças pequenas. A pele da mordedura geralmente não sangra, pertence ao segundo nível de exposição, é preciso deixar a criança ir ao posto de vacinação a tempo de injetar a vacina anti-rábica, a necessidade geral de cinco injecções, algumas vacinas só precisam de ser injectadas com quatro injecções, a injeção da vacina anti-rábica, o corpo da criança será capaz de produzir anticorpos de neutralização do vírus da raiva, de modo a garantir que não será infetada com raiva. Se for visível sangue ou hemorragia na pele da mordedura, deve tratar-se de uma exposição terciária e, ao mesmo tempo, deve ser injectada imunoglobulina humana anti-rábica.