A avaliação pré-operatória é a chave para tratar a epilepsia

  A eficácia da cirurgia de epilepsia depende da remoção completa da zona epileptogénica. A localização precisa da zona epileptogénica é, portanto, uma questão crítica.  Actualmente, a localização da zona epiléptica depende de uma combinação de ferramentas de diagnóstico para avaliação. Estes incluem uma história de epilepsia, características sintomáticas de convulsões, exame neuropsicológico, EEG geral do couro cabeludo, EEG audiovisual, ressonância magnética (MRI), ressonância magnética funcional (fMRI), PET, SPECT, e magnetoencefalografia. O EEG invasivo é também realizado quando necessário, incluindo monitorização de longo alcance com eléctrodos intracranianos enterrados e EEG cortical intra-operatório. A razão de tantos testes é que nenhum método pode determinar a localização da zona epiléptica com 100% de certeza. Contudo, o uso combinado de múltiplos testes pode melhorar significativamente a precisão da localização da zona epiléptica e, assim, melhorar o resultado cirúrgico.