Os pais precisam de ser capazes de “falar” durante as consultas de epilepsia

  Existem muitos tipos de epilepsia, e diferentes tipos são tratados de forma diferente, pelo que é particularmente crucial que os pais descrevam a condição. Por exemplo, idade de início, frequência das apreensões, e se existe alguma aura.  Os sintomas da convulsão: de que lado da cabeça, de que lado dos olhos se deve olhar, se os membros se contraem, e, em caso afirmativo, se os torcicolos são os mesmos de ambos os lados? Qual é a postura dos membros, e estão eles congelados numa determinada posição? O doente está a bater repetidamente nos lábios, a engolir, a esfregar as mãos, etc.?  Hora da convulsão: As convulsões são frequentemente durante o estado de vigília ou sono, são mais frequentes quando se está apenas a dormir ou quando se está quase desperto.  Forma da convulsão: A forma da convulsão é também importante no diagnóstico da epilepsia. As convulsões não mudam de um paciente para outro, e embora o número de convulsões seja por vezes elevado e por vezes baixo, a forma de cada convulsão é geralmente a mesma.  Doenças passadas: Prestar especial atenção a qualquer encefalite perinatal ou relacionada com o nascimento ou convulsões febris. Assim como qualquer história de alergias a drogas, epilepsia familiar, etc. Finalmente, lembrem-se de trazer informação original. Isto inclui principalmente EEGs, testes de laboratório e registos de visitas anteriores ao médico, e não apenas o relatório de resultados.