A luxação congénita ou de desenvolvimento da anca é uma deformidade da anca relativamente comum, cuja incidência é de cerca de 1 por cento dos recém-nascidos. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais simples o método de tratamento, menos dor, melhor o efeito. Manifestações clínicas: 1, infância, a atividade do membro afetado é pequena, os dois lados da assimetria da faixa do quadril, a mudança de fralda pode ser e sensação de estalo; 2, alargamento do quadril da criança, andar mole ou andar de pato. Tratamento: Arnês de vestuário ou suporte desde o nascimento até aos 6 meses. Dos 6 meses aos 18 meses de idade, o tratamento é o reposicionamento fechado (libertação de tecidos moles, se necessário) seguido de imobilização com gesso, o gesso deve ser mudado 2 a 3 vezes e o ciclo de tratamento demora 6 a 9 meses. A cirurgia é necessária para as crianças com mais de 2 anos de idade ou para aquelas que não conseguem um reposicionamento fechado. Todos os tratamentos acima referidos resultam num bom reposicionamento e numa boa função articular. O retratamento de crianças com mais de 8 anos de idade também é relativamente ineficaz. Por conseguinte, os pais de crianças que suspeitem desta doença devem levar os seus filhos a hospitais regulares para consultarem médicos especializados em ortopedia pediátrica o mais rapidamente possível, de modo a não causarem incapacidades para toda a vida nos seus filhos.