Os seguintes aspectos do tratamento da hepatite B crónica devem ser tidos em conta: Em primeiro lugar, escolher um bom doente e compreender o “ponto de partida” do tratamento. Nem todos os doentes com hepatite B crónica necessitam de tratamento antiviral e nem todos os doentes com hepatite B crónica são adequados para o tratamento antiviral, o que é muito importante. Em segundo lugar, escolher a medicação correcta e aplicar um tratamento normalizado e individualizado. Há cada vez mais medicamentos no mercado que se afirmam ser anti-hepatite B, especialmente um grande número de anúncios falsos e propaganda imprecisa, e é importante consultar um hospital de fígado regular. Em terceiro lugar, é preciso tomar o ponto de inflexão correto e ajustar a estratégia de tratamento no momento certo. Independentemente da opção escolhida para iniciar o tratamento, uma vez implementado, deve prestar-se atenção para conseguir uma monitorização atempada. Em quarto lugar, esteja atento à resistência aos medicamentos e detecte-a e trate-a precocemente. Por exemplo, as mutações de resistência aos medicamentos ocorrem a uma taxa mais elevada e podem ocorrer mais cedo em doentes tratados com lamivudina. Em particular, os doentes com declínio retardado do HBVDNA durante o tratamento tendem a apresentar mutações mais precoces e mais resistentes aos medicamentos, que devem ser monitorizadas de perto. Em quinto lugar, aderir ao tratamento, utilizar o curso completo do tratamento e compreender o “ponto final”. A investigação clínica e a prática demonstraram que o tratamento antivírico da hepatite B crónica requer um tratamento a longo prazo, a fim de maximizar e inibir de forma sustentável a replicação do vírus da hepatite B, atingindo assim o objetivo de controlar a progressão da doença e prevenir o desenvolvimento de cirrose e cancro do fígado. É importante dirigir-se a um hospital qualificado e receber tratamento atempado e profissional de um especialista para não atrasar a doença.