PET-CT é um exame sistémico de corpo inteiro com imagens de emissão positrónicas combinadas com a tomografia computorizada, que é altamente precisa no diagnóstico e localização de tumores malignos. Contudo, por ser caro, só é geralmente utilizado quando a lesão primária de um tumor maligno não pode ser detectada pelo exame convencional.
Tumores malignos mostram frequentemente uma concentração de captação de nuclídeos na área da lesão tumoral na imagem de imagem. O nuclídeo mais utilizado no PET-CT é o 18F-FDG. A absorção de 18F-FDG no cancro renal está relacionada com a taxa de crescimento do tumor, com elevada absorção em células cancerosas renais de crescimento rápido e baixa absorção em células cancerosas renais de crescimento lento. Contudo, a imagem PET-CT com 18F-FDG não é muito sensível na detecção de cancro renal, cerca de 70%, e como o 18F-FDG é excretado principalmente pelo tracto urinário, pode permanecer mais radioactividade no rim, afectando o diagnóstico de tumores intrarrenais e exigindo uma diferenciação cuidadosa ao julgar os resultados.
Por isso,
Além disso, a utilização do último nuclídeo 11C-acetate em vez do 18F-FDG pode ajudar a melhorar a detecção do cancro do rim.