Nova tipologia patológica da nefropatia diabética (DN)

  Um grupo internacional de peritos liderado por Bruijn na Universidade de Leiden, nos Países Baixos, classificou o DN em quatro tipos, desde doenças leves a graves do tipo I ao tipo IV, com base nas características das lesões glomerulares no tecido da biópsia renal e com referência ao grau de lesões intersticiais e vasculares, a fim de melhor orientar a gestão clínica do DN.  Este painel é especificado da seguinte forma: Tipo I, espessamento da membrana basal glomerular: sob microscopia ligeira, o tecido da biópsia tem apenas espessamento isolado da membrana basal glomerular e ligeira hiperplasia não específica. Não há hiperplasia glomerular da tilóide, nem hiperplasia nodular do estroma da tilóide ou menos de 50% de esclerose do glomérulo esférico.  Tipo II, hiperplasia glomerular da tireóide: subdividida em suave (IIa) e grave (IIb). A biopsia renal revela hiperplasia glomerular ligeira a grave da tireóide sem esclerose nodular ou menos de 50% de glomerulosclerose esférica.  Tipo III, esclerose nodular: pelo menos 1 glomérulo com nódulos estromais tiláceos aumentados mas menos de 50% de glomerulosesclerose esférica.  Tipo IV, nefropatia diabética avançada glomerulosclerose: mais de 50% de esclerose dos glomérulos esféricos e outras evidências clínicas ou patológicas para sustentar que a lesão é devida a nefropatia diabética.