A doença coronária começa na infância e na adolescência

Recentemente, investigadores nos Estados Unidos descobriram que alguns adolescentes entre os 10 e os 20 anos já apresentam lesões ateroscleróticas. Um estudo liderado por Tuzcu, diretor do Laboratório de Ultra-sons Intravasculares da Cleveland Clinic Foundation, incluiu 181 pacientes que foram submetidos a transplantes cardíacos e que foram submetidos a ultra-sons intravasculares dos corações transplantados de duas a seis semanas após o transplante cardíaco. Os corações dos dadores eram provenientes de indivíduos saudáveis que nasceram sem quaisquer sintomas de doença cardíaca ou hipertensão. Verificou-se que foram observadas alterações ateroscleróticas significativas nos corações de dadores provenientes de indivíduos saudáveis de todos os grupos etários, sendo que 26 dos 36 corações de dadores com idades compreendidas entre os 41 e os 50 anos apresentavam aterosclerose. De salientar que os investigadores encontraram evidências de alterações ateroscleróticas em três de nove corações de dadores com idades compreendidas entre os 10 e os 30 anos, respetivamente. O momento em que os exames foram efectuados sugere que a formação da aterosclerose partiu dos próprios dadores. Jafan Tuzcu, do Departamento de Cirurgia Cardiovascular do Hospital Central de Baotou, referiu que este estudo é o primeiro a analisar corações de jovens sem sintomas de doença cardíaca em receptores vivos de transplante cardíaco. Os estudos anteriores analisaram maioritariamente corações de autópsias de pessoas de meia-idade. O médico acredita que a prevenção ou correção da obesidade, o abandono do tabagismo, a adoção de hábitos alimentares saudáveis e a prática regular de exercício físico ajudarão a retardar o processo de aterosclerose. Espera poder, no futuro, reverter as lesões ateroscleróticas em doentes cardíacos através de ultra-sons endovasculares e de intervenção médica. Um estudo conduzido por Tuzcu, diretor do Laboratório de Ultra-sons Intravasculares da Cleveland Clinic Foundation, incluiu 181 doentes que foram submetidos a transplantes cardíacos e que foram submetidos a ultra-sons intravasculares dos seus corações transplantados duas a seis semanas após o transplante cardíaco, respetivamente. Os corações dos dadores eram provenientes de indivíduos saudáveis que nasceram sem quaisquer sintomas de doença cardíaca ou hipertensão. Verificou-se que foram observadas alterações ateroscleróticas significativas nos corações de dadores provenientes de indivíduos saudáveis de todos os grupos etários, sendo que 26 dos 36 corações de dadores com idades compreendidas entre os 41 e os 50 anos apresentavam aterosclerose. De salientar que os investigadores encontraram evidências de alterações ateroscleróticas em três de nove corações de dadores com idades compreendidas entre os 10 e os 30 anos, respetivamente. O momento em que os exames foram efectuados sugere que a formação da aterosclerose partiu dos próprios dadores. Tuzcu referiu que este estudo é o primeiro a analisar corações de jovens sem sintomas de doença cardíaca em receptores vivos de transplante cardíaco. Os estudos anteriores analisaram maioritariamente corações de autópsias de pessoas de meia-idade. O investigador acredita que a prevenção ou correção da obesidade, o abandono do tabagismo, a adoção de hábitos alimentares saudáveis e a prática regular de exercício físico ajudarão a abrandar o processo de aterosclerose. Espera poder, no futuro, reverter as lesões ateroscleróticas em doentes cardíacos através de ultra-sons intravasculares e de intervenção médica.