Não é fácil realizar a fixação da fractura interna o mais cedo possível, tanto para fracturas abertas como fechadas, porquê? A fractura aberta é uma ruptura da pele ou mucosa da parte óssea, a fractura está ligada ao mundo exterior, a ferida está seriamente contaminada, mais a contusão local dos tecidos moles não é fácil de sarar, além disso, a fixação interna da fractura é um corpo estranho implantado para trazer o risco de infecção, pelo que as alterações patológicas são mais complexas, o tratamento é mais difícil, se a cirurgia for cortada e reiniciada neste momento aumentará os danos dos tecidos moles, resultando numa diminuição da resistência local, aumentando ainda mais a possibilidade de infecção, muitas vezes a fractura constante não pode sarar, tornando a condição mais difícil. Se a fractura não for curada, os danos dos tecidos moles são agravados e a condição é agravada. A abordagem correcta é mudar a fractura aberta para uma fractura fechada e esperar que o tecido mole local cicatrize antes de tratar a fractura. A própria fractura fechada é gravemente edematosa, e em casos graves a síndrome do compartimento fascial pode levar à necrose do membro, e o trauma da incisão cirúrgica tornará a congestão e edema dos tecidos moles mais graves, e a incisão não cicatrizará durante muito tempo após a cirurgia (vários meses a um ano). O tratamento correcto é elevar o membro afectado e esperar que o inchaço diminua antes de realizar a fixação interna da fractura.