Recentemente, tem havido muitos casos de herpes-zóster, que na realidade é conhecido como “feridas de cobra”. Quais são as causas? Quais são os riscos para a saúde? A razão para a formação de telhas é o vírus varicella-zoster. Ocorre principalmente quando a resistência ou imunidade descrita pelos idosos é baixa devido ao esforço, stress mental, doenças subjacentes, e idade avançada. As manifestações clínicas do herpes zoster são na sua maioria grupos de eritema e bolhas num lado do corpo; dor paroxística sob a forma de pinos e agulhas, queimadura, corte, pacientes individuais que não estão bem descansados e que nem sequer querem bater com a cabeça contra a parede insuportavelmente; alguns pacientes têm dor primeiro e só depois de algum tempo aparecem bolhas; alguns pacientes têm lesões na cabeça, alguns nos ombros, braços, alguns na cintura e abdómen. O tratamento de herpes-zóster é principalmente antiviral, anti-inflamatório, alívio da dor e prevenção de complicações. Os pacientes são aconselhados a consultar um dermatologista num hospital normal. A complicação mais comum do herpes zoster é a neuralgia pós-herpética, que é dolorosa mesmo depois de as bolhas e outras crostas terem secado e caído, e não pode ser tocada pelas mãos, em alguns casos durante três ou dois meses ou mais. Se a erupção cutânea se desenvolver no olho, recomenda-se uma consulta de oftalmologia para evitar complicações oculares. Em conclusão, o herpes zoster é uma doença cutânea muito comum e os pacientes são aconselhados a consultar um dermatologista num hospital regular em tempo útil, uma vez que estudos demonstraram que o tratamento precoce da doença não só é eficaz como pode evitar em grande parte complicações.