Importa se uma criança tem uma costela exostótica?

  A importância da exostose das costelas nas crianças depende da idade em que ocorre, da gravidade da condição e se é acompanhada por perturbações respiratórias, desenvolvimento torácico anormal ou escoliose.  Em bebés e crianças mais novas, a exostose bilateral é geralmente devida a raquitismo. Isto pode normalmente ser aliviado com tratamentos sintomáticos como a vitamina D e a suplementação de cálcio. Em adolescentes com ectropião ligeiro da costela, a aparência geral da costela não é muito afectada e não está associada a dificuldades respiratórias ou escoliose, pelo que a observação e revisão regular não é um problema grave. No entanto, em casos graves de ectrópio de costela, que comprime os órgãos internos e até restringe a respiração, afecta a forma do tórax e leva a escoliose, é necessário um tratamento imediato e, se necessário, uma cirurgia.  Por conseguinte, os pais devem levar o seu filho a um cirurgião pediátrico num hospital regular a tempo de o mandar examinar por um especialista, com a ajuda de uma radiografia de tórax, e tratá-lo em conformidade.