A maioria das anemias hemolíticas neonatais pode ser curada, mas nem todas, como a talassemia congénita e a esferocitose hereditária, são mais difíceis de curar. A forma clínica mais comum de anemia hemolítica do recém-nascido é devida a uma incompatibilidade de grupos sanguíneos, principalmente a hemólise ABO, ou anemia hemolítica Rh por incompatibilidade de grupos sanguíneos. Este tipo de anemia ocorre frequentemente no momento do nascimento, pelo que, desde que o bebé receba tratamento imediato à nascença e, em casos graves, possa ser tratado com troca de sangue, pode normalmente ser curado e não voltará a ocorrer. Alguns recém-nascidos com anemia hemolítica são doenças congénitas, como a talassemia hereditária congénita, que é clinicamente difícil de curar devido a factores genéticos congénitos, e que pode ser prevenida através de medidas para tentar evitar a ocorrência ou o agravamento da anemia. No caso da esferocitose hereditária, este tipo de anemia hemolítica pode ser ativamente realizado depois de a criança atingir os 6 anos de idade para o tratamento da esplenectomia, geralmente pode alcançar o efeito de alívio, de modo a que a anemia seja corrigida, o desaparecimento da iterícia, embora não seja uma cura, mas os sintomas podem ser significativamente aliviados.